UMA ARTE QUE VIVE…

Quando o laboratório de biotecnologia se transfigura em atelier

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RESUMO

 A arte e a ciência são tidas, muitas vezes, como duas disciplinas que se encontram nos extremos das duas culturas. Este artigo proporciona uma análise transversal entre os pontos de contacto que possam existir entre o atelier do artista e o laboratório científico. Para o efeito recuperam-se noções como as casas de experiências do séc. XVII ou outros exemplos mais contemporâneos como é o caso da Science Gallery de Dublin ou do Centro de investigação SymbioticA na Austrália.

Será através de tais exemplos, entre outros, que verificaremos a forma como laboratório científico tem vindo a perder a sua rigidez e abandonar a concepção de um espaço encarado de forma estritamente séria, precisa, assaz, metódica e como meio de promoção de um género de conhecimento científico cumulativo. Através desta transfiguração poder-se-á, agora, falar de uma prática artística que se estende não apenas ao espaço de produção experimental mas também, ao espaço afectivo situado para além do espaço físico.

 

Palavras-chave: Bioarte, arte e ciência, laboratório experimental

O artigo completo será disponibilizado brevemente

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